Instituto de Pesquisas Psíquicas Imagick
 
"O Zen"  ou  "A Arte De Consertar Uma Moto"
 
      Um parafuso pode estar preso à tampa lateral da sua motocicleta. Você procura uma justificativa para ele no manual a fim de descobrir se há alguma razão especial que não permite que ele se solte, mas só encontra no lacônico estilo técnico uma informação que não explica o que você quer saber. 
  

    Fato comprovado: você não tem experiência e fica tentando com todas as forças arrancar o parafuso com a sua chave de fenda, um procedimento que até agora sempre deu certo, mas que, neste caso, apenas deformou a fenda do parafuso. 
  

    Seus pensamentos já estavam adiante, você já imaginava o que fazer assim que retirasse a tampa lateral e, portanto, demora certo tempo até descobrir que esse pequeno insucesso com um parafuso quebrado não é apenas um pequeno incidente. Você está encurralado! Acabou-se. Terminou. Por fim, o conserto da moto tomou-se impossível.  
  

    Este não é um fenômeno incomum na ciência. Aliás, é dos mais freqüentes. A pessoa simplesmente fica sem ação.

 

    Nesse momento, o manual também não ajuda. O bom senso científico tampouco. Não é preciso nenhuma experiência científica para descobrir o erro. Você já sabe qual é. Mas não sabe o que fazer. Trata-se de um profundo golpe na autoconsciência. Perde-se tempo. Fica-se impotente. Não se sabe o que fazer, e a pessoa sente vergonha de si mesma. O melhor seria levar a máquina para um mecânico profissional que sabe resolver esse tipo de problema.
 

    É bastante normal que em momentos assim sejamos atacados pela síndrome do medo e da raiva, e que prefiramos destroçar a capa lateral com um martelo e uma talhadeira. Ficamos pensando. Quanto mais pensamos, maior é a vontade de levar a moto até uma ponte e jogá-la no rio. Pois de fato não dá para aceitar o fato de que se possa fracassar diante da fenda tão minúscula de um simples parafuso.
 

    Na verdade, nos encontramos diante do grande desconhecido, o vazio do pensamento ocidental. É necessário ter alguma idéia, estabelecer algumas hipóteses.
 
 
     Tentemos com um novo julgamento da situação, aceitando que o nosso aprisionamento na armadilha seja o ponto zero da nossa consciência, que não se trata da pior de todas as situações, mas sim da melhor de todas.  
 
     Afinal, é justamente essa a situação que os zen-budistas procuram alcançar com tanto esforço. Nosso espírito está vazio, "nos desapegamos", assumindo a postura espiritual do "reinício" constante. Para variar, é bom aceitar o fato de que se estamos detidos sem idéias, isso talvez seja melhor do que se tivéssemos muitas idéias
 
   No início, você achará que a solução do problema não é importante ou talvez nem valha a pena o esforço; mas o fato de estar detido, com o tempo, revela o seu sentido mais profundo. Pareceu-lhe sem importância porque a sua posição anterior, que o levou a essa pausa forçada, a fez parecer assim. Bem, agora raciocine a respeito do fato de que esse estado de sentir-se imobilizado - tanto faz você se ater a ele ou não -, desaparecerá impreterivelmente. O seu espírito se moverá rumo a uma solução com toda a naturalidade e liberdade. Você não pode impedir isso, a não ser que seja um verdadeiro mestre da obstinação. O medo de ficar detido é infundado, pois quanto mais tempo ficar detido tanto melhor experimentará a qualidade de sua consciência, que, a cada vez, faz com que encontre uma solução. 
 
 
    Não devemos tentar impedir a pausa forçada. Ela é o precedente psíquico de toda a verdadeira compreensão.
 

    Em geral, parafusos são tão pequenos, simples e baratos que não lhes damos importância. Mas agora que a consciência da qualidade despertou em você, torna-se claro que esse determinado parafuso não é nem barato, nem pequeno ou sem importância. Nesse momento, esse parafuso tem o valor de venda da motocicleta inteira, visto que ela é totalmente destituída de valor enquanto não se puder tirar o parafuso. Junto com essa nova valorização do parafuso vem a disposição de ampliar o seu horizonte.
 

    Qual será a solução não é importante, visto que apenas demonstra qualidade. Todas as soluções são fáceis - depois que as descobrimos. Mas só se tornam fáceis depois que já as conhecemos!

Robert M. Pirsig



 
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