Talismans...


O que são e como funcionam

                                                                                        by J.R.R.Abrahão



 


Iniciei meus estudos no ocultismo em meados da década de 1970 e desde esse tempo um dos tópicos que mais me interessou foi o relativo aos talismãs, amuletos, patuás e pantáculos.

Segundo o famoso mago e autor Franz Bardon em seu livro “Magia Prática”:

“A crença nos talismãs, amuletos a pedras preciosas vem da mais remota antiguidade a tem sua origem no fetichismo, que atualmente ainda é bastante disseminado entre os povos primitivos. Até um certo grau essa crença em talismãs, etc., se manteve até hoje, mas se adaptou à moda, o que podemos constatar através do use de diversos objetos que trazem boa sorte, como pingentes, anéis, broches, etc. Principalmente bem cotadas para trazer a sorte são as pedras do signo. 
Se a idéia dos talismãs não contivesse uma certa verdade e talvez também algo de mágico, a crença neles já teria desaparecido há muito tempo do mundo das idéias. Nossa tarefa consiste em afastar o véu desse mistério a ensinar a todos como distinguir o joio do trigo. 
Um talismã, amuleto ou pedra tem como função fortalecer, elevar a manter a confiança da pessoa que o leva consigo. Pelo fato do portador dedicar ao seu talismã uma atenção especial, o subconsciente se influencia auto-sugestivamente na direção desejada, a dependendo da predisposição de cada um, poderão ser alcançados diversos resultados. Não é de se estranhar quando uma pessoa materialista, um cientista cético critica uma crença desse tipo, a ridiculariza, a coloca nela o rótulo da superstição. O mago verdadeiro sabe das coisas, a não usará um talismã só para confirmar a sua crença a sua confiança, mas tentará sobretudo pesquisar a conexão das leis que o regem. Sabe-se que os talismãs que devem sua existência à crença tomam-se sem efeito nas mãos de uma pessoa cética ou desconfiada; sob esse aspecto, o mago pode it mais além, com sua ciência e o seu conhecimento das leis. Antes de desmembrarmos essa síntese, vamos aprender a diferenciar os diversos tipos de talismãs aqui apresentados. Um talismã nada mais é do que uma simples ferramenta na mão do mago, um ponto de apoio, algo em que ele pode conectar ou encantar a sua energia, sua motivação ou seu fluido. A forma - um anel, pingente, broche - ou o seu valor material, são coisas totalmente secundárias. 
 

O mago não se preocupa com a beleza, a moda ou a aura; para ele o talismã não passa de um objeto para produzir coisas através do encantamento de sua energia, a que deverá liberar o efeito desejado sem considerar se o portador acredita nele ou não. 
Por outro lado um pantáculo é um objeto -talismã -específico, em sintonia com as leis da analogia dos efeitos, da energia, da capacidade a da causa desejados. Em sua produção a seu carregamento o mago deverá levar em conta as leis da analogia correspondentes, a mesmo para o estabelecimento de contatos com seres dos mundos superiores, quer se tratem de seres bons ou ruins, inteligências, demônios ou gênios, o mago vai preferir o pentáculo ao talismã. 
Um amuleto é um nome divino, um verso da Bíblia, um mantra, etc., escrito num pergaminho cru ou num papel de pergaminho simples, enfim, uma frase que exprime a veneração a uma divindade. Mesmo as diversas plantas mágicas, como por exemplo, a mandrágora, que são carregadas para promoverem uma proteção especial ou outros efeitos mágicos, pertencem à categoria dos amuletos. Os condensadores fluídicos de natureza sólida ou líquida, carregados puros ou embebidos em papel mata-borrão, assim como as pedras naturais de magneto de ferro, pequenas ferraduras artificiais de magneto, também podem ser incluídos na categoria dos amuletos. 
Por último devemos citar ainda as pedras preciosas a semipreciosas, que são condensadores fluídicos muito bons, usadas há muito tempo para a proteção, a sorte, o sucesso a as curas. A astrologia atribui efeitos específicos a cada pedra, em função da sua dureza a da teoria das cores, a recomenda às pessoas que nasceram sob um determinado signo ou planeta que usem a pedra correspondente para lhes trazer sorte. 
 

O verdadeiro mago sabe que as pedras astrológicas têm um efeito mínimo a são totalmente inúteis para as pessoas que não acreditam nessas coisas. Por outro lado as pedras que são sintonizadas com um efeito astrológico, considerando-se sua dureza, composição química a cor, são adequadas à assimilação do carregamento mágico correspondente. Na medida do possível o mago poderá considerar os parâmetros astrológicos, mas absolutamente não depende deles. Ele pode, se desejar, carregar magicamente qualquer pedra, mesmo a mais desfavorável do ponto de vista astrológico, conseguindo bons resultados, independentemente de a pessoa acreditar neles ou não; com certeza os objetivos determinados pelo mago serão alcançados. Assim nós aprendemos aqui a identificar as diferenças entre talismãs, amuletos, pentáculos a pedras preciosas, e ainda falaremos dos seus diversos tipos de carregamento, dez ao todo.”

Apesar de parecerem sinônimos, cada um desses itens é algo totalmente distinto, guardando apenas algumas particularidades em comum, conforme descreveu Franz Bardon no texto acima.
 

Tentaremos esclarecer ainda mais objetivamente esse ponto.

Os pantáculos, muitas vezes erroneamente chamados pentáculos, são gráficos ou ilustrações que baseiam-se no simbolismo universal para sua eficácia.

Diferentemente dos gráficos usados em radiestesia, radiônica, psicotrônica, psiônica ou mesmo dos populares lamens e mandalas, os pantáculos devem respeitar as leis universais das analogias para que funcionem adequadamente.

Sua função é emanarem para seu usuário determinadas vibrações que visam modificar determinados padrões vibracionais em sua pessoa ou em seu ambiente; precisam, assim, ficar expostos para que suas emanações surtam o efeito desejado.

Para seu fabrico é necessário um bom conhecimento das situações pré-existentes bem como das alterações que se deseja realizar na vida de quem for dele se beneficiar, além de exigir um detalhado estudo das realidades astrológica e numerológica do interessado.

É um trabalho de fôlego, pois é necessário um tempo razoável para que surtam os efeitos desejados e, geralmente, precisam ser ativados e periodicamente potencializados para manterem-se funcionantes.

Para quem dispõe de tempo, muitas vezes anos, para aguardar pelas mudanças, é bastante adequado, pois há situações que necessitam anos para se concretizar; por exemplo, o futuro sucesso pessoal e profissional de um filho que ainda se encontra no berço e terá de percorrer escolas até chegar ao emprego ideal.

Seu ponto negativo é a necessária exposição do objeto à qual nem todos sentem-se confortáveis, afinal é a revelação das crenças e desejos pessoais, o que nem sempre interessa ao beneficiado.

Os patuás são, via de regra, objetos comuns que, devido à crendice popular, tornam-se suportes mágicos para seu utente.
 

Um exemplo bem comum ocorre na região norte do Brasil:

Sempre que uma jovem solteira engravida e não se conhece o pai, diz-se que a mesma foi seduzida pelo boto (cetáceo fluvial da mesma família do golfinho)!

Assim preparam-se patuás com um “olho de boto” que devem ser carregados sempre junto ao corpo dos homens que desejem ter sucesso na conquista das mulheres...
 

Como seus usuários crêem firmemente no potencial mágico de tal patuá, além de estarem imbuídos do desejo e disposição para conquistarem mulheres, esse binômio atitude-crença acaba por surtir efeito – mas trata-se apenas e tão somente de fé e, para tal, não seria preciso objeto algum ou, ao menos, nenhum objeto com algum tipo de analogia. Uma moeda, um bola-de-gude, uma rosca metálica, um rolemã, qualquer desses objetos que fosse encapsulado da mesma forma que o olho do pobre boto funcionaria igual. Magia mental e nada mais.

Os amuletos são objetos confeccionados de maneira similar aos patuás mas que contém em sua formação objetos que possuem alguma analogia com o simbolismo universal.
Por exemplo, usam-se imãs para atrair energias para junto de si – e, afinal, imãs possuem força física de atração, são objetos dotados de magnetismo físico.
 

Seu funcionamento, porém, é idêntico ao de um patuá, ou seja, por crer que aquele objeto causará tais efeitos, a força mental de seu usuário precipita tais acontecimentos, auxiliado pela ligação com as forças universais com as quais possui analogia.

Ocorre que tanto amuletos quanto patuás podem funcionar ou não e isso depende exclusivamente da força mental e vontade do usuário e nada mais – e isso não é, definitivamente, o que alguém que realmente necessita de mudanças em sua vida precisa!

Os talismãs são desde objetos comuns que não possuem nenhuma analogia com as leis universais em sua forma original e são desprovidos de quaisquer atrativos cosméticos até quaisquer outros, inclusive imagens sacras ou profanas, obras de arte, jóias, adereços diversos, enfim, qualquer tipo de objeto inanimado.
 

Segundo o mesmo Franz Bardon na obra citada, os talismãs podem ser criados de duas formas básicas:

"...pode, por exemplo carregar um anel, uma pedra, etc. com o desejo de que o seu proprietário tenha muita sorte a sucesso. Nesse caso existem duas possibilidades de encantamento a impregnação. A primeira consiste em atrair a energia vital à pedra ou ao metal com a força da imaginação e a concentração no desejo, a terminar dizendo que a energia deverá permanecer lá constantemente a até atrair mais energia do Universo, fortalecendo-se sempre a trazendo felicidade a sucesso à pessoa em questão, pelo tempo em que ela usar o objeto. Se assim o desejarmos, podemos também carregar o objeto escolhido só por pouco tempo, i.e. para que a influência termine quando o objetivo almejado tiver sido alcançado. 
A segunda possibilidade é chamada de carregamento universal e é feita do mesmo modo, porém com a concentração no desejo de que, enquanto o objeto existir (anel, pedra, jóia) ele deverá trazer felicidade a sucesso ao seu portador, quem quer que ele seja. Esses carregamentos universais efetuados por um iniciado conservam o efeito pleno da energia por centenas de anos. A história das múmias egípcias mostrou-nos que essas energias de encantamento conservam o seu efeito por milhares de anos. 
Se um talismã ou um objeto carregado especialmente para uma determinada pessoa cair em mãos estranhas, ele não exercerá seu efeito nessa outra pessoa. Mas se o proprietário original conseguir recuperá-lo, o seu efeito retoma automaticamente...”

Por força da magia, os talismãs podem ser preparados de diversas formas, entre elas, as seguintes, que são as mais tradicionais:

1 - pela simples vontade, em conexão com a imaginação. 
2 - através do represamento da energia vital determinada, com a impregnação do desejo. 
3 - através do encantamento de elementais, elementares a outros seres, que deverão produzir o efeito desejado. 
4 - através de rituais individuais ou tradicionais. 
5 - através de fórmulas mágicas, mantras, tantras, etc. 
6 - através do represamento de elementos. 
7 - através dos fluidos elétrico ou magnético. 
8 - por meio do represamento de energia luminosa. 
9 - por meio de uma esfera eletro-magnética – um Volt. 
10 - através de uma operação mágico-sexual.
11 - por meio de gráficos geradores e emissores de energia.
12 - por meio de máquinas radiônicas.
13 - por meio da cabala.

Claro que há ainda diversas outras formas de produzir um talismã, mas essas são as mais conhecidas e para as quais as instruções são encontradas em numerosas obras.
 

Seja qual for o método escolhido, o objeto que será transformado num talismã everá, antes, ser fisicamente limpo e desimpregnado magicamente de qualquer energia porventura existente no mesmo.

Para tanto, usa-se de vários recursos, entre eles a água corrente, o sal grosso ou o sal marinho, as defumações e incensamentos, a exposição ao sol e à lua, a permanência no sereno por algum tempo, passar-se imãs ao redor do objeto, deixá-lo enterrado por um certo tempo, a desimpregnação energética por meio de gráficos emissores e engenhos radiônicos, entre muitas outras coisas.

O importante é ter certeza que o método empregado é eficaz e que o objeto ficou limpo física e energeticamente estando, assim pronto para ser impregnado com a energia que o transformará num talismã.

O próximo passo é escolher a meta a ser alcançada e estudá-la bem, analisando o que será necessário para que o talismã funcione para as finalidades almejadas.

Isto feito, dever-se-á escolher qual o método que será usado para criar o talismã. 

Finalmente, se realiza o ritual escolhido e cria-se o talismã. 
Uma vez concluída essa etapa, deverá ser feita a programação do talismã.

Agora só falta pô-lo em prática e testar se está completo e funcionante ou se precisa de alguns ajustes, mais energia, uma nova programação, etc.

E só realizar coisas boas, procurando não prejudicar nem magoar aos outros.

Pois a Lei do Karma não conhece fronteiras e, segundo reza um velho ditado chinês, o homem é livre para semear o que quiser, mas é obrigado a colher o que plantou.

E nunca se esqueça que o mundo é redondo e não tem cantos para se esconder...

Faça o bem e a caridade e sua vida melhorará sob todos os aspectos.

Muito sucesso é o meu desejo!

J.R.R.Abrahão.

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J.R.R.Abrahão, 
heterônimo de José Roberto Romeiro Abrahão, 
que é, entre outras inúmeras coisas, advogado e jornalista.
Pesquisador nos campos de Parapsicologia, Radiônica, Radiestesia, Geo-biologia, 
Ondas Escalares, Fenômenos Eletrônicos, etc., é praticante de Magia e Cabala há décadas, 
além autor de dezenas de livros sobre temas ligados ao ocultismo.
Compositor, foi parceiro de Raul Seixas.
Hoje, além de dedicar-se à literatura, no Brasil e no exterior, 
desenvolve um trabalho eclético na Magia.
Seu E-Mail é: talismans@bol.com.br

 
 

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