Instituto de Pesquisas Psíquicas Imagick
                   Liber KKK
 
por: Peter Carroll.


Kaos Keraunos Kybernetos é o programa de treinamento mágico completo 
e sistemático para os próximos séculos. É o substituto definitivo para 
a magia sagrada de Abramelin, o Mago, que se tornou obsoleto, por 
utilizar um transcendentalismo monoteista e à sua dependência de 
formas repressivas de gnoses inibitórias, consideradas agora como 
inapropriadas. Kaos Keraunos Kybernetos pode ser traduzido 
literalmente do grego como: "O raio do Caos guia todas as coisas". 
 

O Líber KKK é uma séries de técnicas mágicas que devem ser realizadas 
de forma equilibrada e utilizando-se de suas possibilidades, usando 
quaisquer símbolos, instrumentos e formas de gnoses que lhe sejam 
atraentes. Seria inapropriado, para um texto de Magia Caótica, 
prescrever crenças ou dogmas em particular, exceto os essenciais para 
que a magia funcione, dentro de certos princípios gerais. 
 

Seria inapropriado para um mago caótico aderir servilmente aos mínimos 
detalhes de um sistema. Muito pode ser aprendido do Liber KKK no 
processo de adaptar procedimentos gerais aos gostos e objetivos 
pessoais. O Liber KKK pode ser aprendido por qualquer adulto. 
 

A palavra "mago" aplica-se igualmente a ambos os sexos. O Líber KKK é 
uma série de vinte e cinco operações ou conjurações mágicas. 
As cinco conjurações clássicas de evocação, adivinhação, encantamento, 
invocação e iluminação são, cada uma, realizada nos cinco níveis de: 
Bruxaria, Magia Xamânica, Magia Ritual, Magia Astral e Alta Magia. 
Portanto, o trabalho total, sistematicamente, englobando todas as 
técnicas mágicas, e conduzindo o mago, através de práticas simples, 
passando pela manufatura de ferramentas, até experimentos mais 
complexos no nível psíquico. É altamente desejável que o mago tenha 
algum tipo de tempo reservado para conjurações. É ainda essencial que 
o mago permaneça ativo no mundo, durante o período do trabalho. 
O trabalho não impõe nenhuma forma de reclusão, ao contrário, o mundo 
que circunda o mago é usado para fornecer o campo para a magia. Portanto, 
os negócios e os compromissos sociais do mago são os principais focos. 
 

Ao realizar este sistema, a pessoa, gradualmente, define o seu estilo 
pessoal ou espiritualidade. Por isso, é sem sentido definir espiritualidade 
como outra coisa que não a maneira pela qual se encara a vida. Se o caminho 
da magia é ter um comportamento espiritual, este só pode ser descoberto 
através da prática, onde todas as leis são inúteis. Não há nenhum limite 
superior no tempo que deve ser destinado a completar o trabalho inteiro, 
porém ele não pode ser completado em menos de um ano. Qualquer pessoa 
com tempo para completar a operação em menos de um ano deve considerar 
a hipótese de adotar compromissos mundanos, onde possam ser aplicadas 
várias partes do trabalho. Resultados objetivos são a prova da magia, todo 
o resto é misticismo. Amostras da Pedra Filosofal, que não transmuda chumbo 
em ouro, irão também falhar como elixires de iluminação. 
 

A magia do Liber KKK só pode ser realizada num contexto de estilo de vida de 
risco e incerteza. O mago deve considerar-se a pessoa que precisa adotar 
projetos envolvendo esses elementos, antes de começar o trabalho. 
Para o objetivo desta operação, os cinco atos mágicos clássicos de evocação, 
adivinhação, encantamento, invocação e iluminação são definidos como se segue: 

EVOCAÇÃO:
É o trabalho com entidades que podem surgir espontaneamente ou serem criadas. 
As entidades podem ser vistas como espíritos independentes, fragmentos do 
subconsciente do mago ou os egrégoras de várias espécies de formas de vida, 
de acordo com o gosto e a estrutura da crença. Na prática, a evocação é 
usualmente realizada para encantamento, em que as entidades evocadas são 
criadas para gerar efeitos do interesse do mago. Entidades evocadas, também, 
encontram alguma aplicação na adivinhação, quando elas são usadas para descobrir 
informações. 

ADIVINHAÇÃO:
Inclui todas aquelas práticas em que o mago tenta estender sua percepção 
por meios mágicos.

ENCANTAMENTO: 
Inclui todas aquelas práticas em que o mago tenta impor seu desejo à realidade. 

INVOCAÇÃO: 
É uma sintonia deliberada do consciente e do inconsciente com algum arquétipo. 
As concepções clássicas das formas de deus pagãs são usadas freqüentemente, 
mas outros princípios podem servir. A invocação cria estados de inspiração ou 
possessão, durante os quais encantamento, adivinhação ou, ocasionalmente, 
evocação podem ser realizados. 

ILUMINAÇÃO: 
É a deliberada auto-modificação pela magia, e pode incluir palavras mágicas 
de encantamento lançadas para si mesmo reparando fraquezas ou aumentando forças. 
Adivinhação e invocação podem ser realizadas para inspirar a direção. Portanto, 
toda operação mágica é baseada no uso do desejo, percepção e imaginação, o que 
significa dizer que são todas, espécies de encantamento e adivinhação. 
Imaginação é o que ocorre quando o desejo e a percepção se estimulam mutuamente.

Os cinco níveis de atividade mágicas: Bruxaria, Magia Xamânica, Magia Ritual, Magia Astral e Alta Magia são definidos na seção seguinte.

BRUXARIA:
A magia simples, que depende da conexão oculta entre fenômenos físicos, 
é chamada bruxaria. É uma arte mecânica que não requer o conhecimento das conexões 
existentes entre a mente do operador e o alvo. Alguns efeitos que surgem de tais 
conexões podem, entretanto, ser vistos como bônus adicional. 
Trabalhando no nível de bruxaria, o mago cria artefatos, ferramentas e 
instrumentos que interagem magicamente com o mundo físico e que podem ser usados, 
novamente, de forma mais sutil em outros níveis. O nível de trabalho da bruxaria 
deve ser realizado completamente, por mais simples que suas práticas possam parecer. 
Elas são o fundamento dos trabalhos em níveis mais altos. 

MAGIA XAMÂNICA: 
Trabalhar no nível do transe, visão, imaginação e sonho . 
Ela abre o subconsciente do mago pela negação da censura psíquica com várias técnicas. 
O mago se defronta com considerável perigo neste nível e pode ter que recorrer, 
freqüentemente, às técnicas de bruxaria ou rituais de banimento, se ele se sentir 
ameaçado de obsessão ou for dominado . 

MAGIA RITUAL:
Combina as habilidades desenvolvidas nos níveis de bruxaria e magia xamânica. 
O mago usa as ferramentas da bruxaria com os poderes do subconsciente 
liberados no nível xamânico e combina seu uso numa forma disciplinada e controlada. 

MAGIA ASTRAL: 
Esta magia é realizada apenas pela visualização e estados alterados de consciência 
ou gnoses. Não é usada nenhuma parafernália física, embora as ferramentas e
instrumentos dos níveis prévios possam ser usados na forma de imagens visualizadas. 
Inicialmente, o mago irá, provavelmente, necessitar de segregação, silêncio, 
escuridão e considerável esforço de concentração e de transe para ter êxito com tal 
magia, porém, a prática irá permitir que ela possa ser realizada em qualquer lugar. 

ALTA MAGIA: 
Alta magia é aquela que ocorre quando não há nenhum impedimento ao efeito mágico direto 
do desejo, nenhuma barreira à clarividência e presciência direta e nenhuma separação 
entre o mago e a forma de vibração ou consciência que ele tenha escolhido para 
entrar em contato. Para muitas pessoas, os portais da alta magia se abrem algumas 
poucas vezes durante a vida. Quando o mago progride através do treinamento, 
no momento que ele adquire isto, irá forçar a abertura dos portões com mais freqüência. 
Nenhum procedimento é dado para as cinco conjurações de alta magia. Alta magia 
representa o ponto onde técnicas dão lugar ao gênio intuitivo, e cada mago deve 
intuir a chave para controlar tais poderes. As primeiras vinte conjurações ensinam 
a série completa de truques e técnicas artificiais para enviar e captar o raio mágico. 
Na alta magia, o Caos primordial no centro de nossos seres pega ou lança o raio 
por ele mesmo. As cinco conjurações em cada nível devem ser completadas antes do 
início do próximo nível. O mago deve se preparar para começar a operação completa 
numa data auspiciosa ou com um significado pessoal, talvez o aniversário ou o ponto de 
mudança de estação. Um livro é preparado no qual o mago irá gravar sucessos com 
cada uma das vinte e cinco conjurações. Somente resultados de sucesso são anotados 
e o mago deve modificar a abordagem a cada conjuração, até resultados válidos de 
serem gravados serem adquiridos. Resultados menores podem ser gravados em qualquer 
outro lugar para referência. A gravação da operação do Liber KKK, entretanto, 
deve conter uma quantidade de sucessos notáveis com cada uma das vinte e cinco 
conjurações. Um sucesso simples com cada uma deve ser visto como o mínimo absoluto, 
apenas cinco sucessos com cada uma das vinte e cinco conjurações pode ser visto como 
um trabalho completo. Com a possível exceção de atos de alta magia, todas as 
conjurações devem ser planejadas em detalhes, antes de sua execução. 
Quando entrarem no templo e começarem a trabalhar, os magos devem saber, 
precisamente, o que eles tencionam fazer. Muitos magos preferem escrever a 
conjuração, mesmo quando eles raramente usam a forma escrita. 
Freqüentemente, eles terão que fazer mais do que tinham planejamento, de 
acordo como a inspiração e a necessidade. Não se deve esquecer de ter em mente 
o que tinha sido planejado, não começar o trabalho com uma idéia vaga de fazer magia. 

1a a 5a CONJURAÇÕES NÍVEL MÁGICO DE FEITIÇARIA
Feitiçaria depende de explorar a conecção física entre fenômenos físicos e apenas 
secundariamente, das conecções físicas estabelecidas entre a mente e o fenômeno físico. 
Cada uma das configurações requerem o uso de instrumento físico os quais podem ser 
usados, novamente, em outras níveis. É preferível que o mago faça ele próprio esses 
instrumentos. Entretanto, o mago pode adaptar objetos, já existentes para o uso, 
se tais objetos são especialmente significativos ou artefatos únicos ou projetados 
pelo mago ou se tais objetos tornam-se disponíveis para o mago de maneira significativa. 
Não é acidental que técnicas de feitiçaria, freqüentemente, assemelham-se a certos 
modelos de comportamento infantil. Crianças tem, geralmente, uma familiaridade natural 
com os princípios simples da magia. O mago adulto está esforçando-se para readquirir o 
senso infantil de imaginação.

1a CONJURAÇÃO FEITIÇARIA E EVOCAÇÃO 
Você mago, cria ( com suas próprias mãos) uma representação física de uma entidade 
fetiche, esculpindo-a, modelando-a, ou construindo-a. Suas funções são, em geral, 
para atrair sucesso, para proteger do infortúnio e para atuar como, um reservatório 
de poder para você. É usualmente, modelada para assemelhar-se com algum tipo de 
ser vivente real ou ser imaginário cuja forma sugere suas funções. 
Se é vagamente humanóide na forma, ele é, conhecido como um homúnculo. 
Ele pode ser feito para conter partes do corpo do mago ou ser consagrado com 
sangue ou fluídos sexuais. O mago trata o fetiche como um ser vivo, falando seu 
desejo para ele, comandando-o para exercer sua influência em seu favor e 
carregando-o consigo em missões críticas. Alguns magos preferem fazer dois fetiches, 
um para executar desejo e outro para trazer conhecimento e informação. 

2a CONJURAÇÃO FEITIÇARIA DIVINATÓRIA: 
O mago prepara um modelo simples do universo para usar como instrumento divinatório. 
Um grupo de Runas de varetas ou Runas de pedra é o melhor para este propósito. 
As Varetas da Germânia Ocidental são um modelo um tanto simples, enquanto os 
sistemas de Tarô ou I CHING podem prover muita complexidade para o trabalho no 
nível Kármico, a menos que seja abreviado de algum modo. O mago deve realizar 
adivinhação para direções gerais ou para responder à questões específicas. 
Os elementos do instrumento divinatório devem ser tratados como tendo uma 
relação direta e completa com as partes de realidade que representam e os 
procedimentos de sortilégio deveriam ser observados como um espelho do processo 
pelo qual a realidade toma suas decisões. Atividade divinatória deveria ser 
lançada na freqüência e complexidade que permitam a lembrança das respostas. 
É preferível adivinhar fenômenos que possam ser confirmados ou negados dentro 
de um espaço de tempo relativamente curto.

3a CONJURAÇÃO ENCANTAMENTO EM FEITIÇARIA
Para o trabalho desta terceira conjuração, você pode precisar preparar ou 
adquirir uma variedade de instrumentos, contudo apenas um deve ser eleito 
como o instrumento especial ou alma mágica de encantamento. Um pequeno e 
pontiagudo bastão ou uma faca são especialmente convenientes. 
Este, instrumento especial ou alma pode também, ser usado para traçar os 
pentagramas no Ritual Gnóstico do Pentagrama. Um pedaço do tamanho de um 
punho de argila para modelar ou outro material plástico pode ser o outro 
instrumento requerido. Para fazer o encantamento de feitiçaria como um mago, 
você faz representações físicas de vontade é desejo. Quando for possível, a 
magia deve ser usada para ajudar a fazer ou manipular essas representações. 
Você deve fazer uma ou várias conjurações deste tipo, por mês. Como sempre, 
você deve dirigir influenciar a eventos antes que a natureza tenha decidido, 
você não deve colocar uma tensão tão grande na natureza conjurando eventos improváveis.

4a CONJURAÇÃO FEITIÇARIA DE INVOCAÇÃO: 
O objetivo da quarta conjuração é criar mudanças radicais no comportamento, 
temporariamente, alterando o ambiente. Não existe limite para a variação de 
experiência que o mago possa desejar arranjar. Você poderia, por exemplo 
afastar se disfarçado, para algum lugar estranho e jogar com regras sociais 
completamente novas. Alternativamente, você pode adornar seu templo e você 
mesmo de modo a sentir-se como um velho deus egípcio durante algum tempo. 
Nas invocações em feitiçaria o mago testa o limite da habilidade para criar 
arbitrariamente, mudanças pela modificação do ambiente e comportamento. 

5a CONJURAÇÃO FEITIÇARIA DE ILUMINAÇÃO: 
Em trabalhos, de iluminação, o mago direciona-se para o próprio desenvolvimento 
em algum caminho, precisamente definido e específico. Planos grandiosos para a 
iluminação espiritual deveriam ser abandonados em favor da identificação e 
superação das mais óbvias fraquezas e desenvolvimento dos poderes existentes. 
Para o trabalho de iluminação, o mago faz ou obtêm algum objeto para representar 
sua busca como um todo. Este objeto é tecnicamente conhecido como uma "lâmpada", 
embora ele possa ter a forma de um anel ou mandala. A lâmpada é usada como uma 
base material, sobre a qual são proclamados, vários juramentos e resoluções, 
tais atos também podem ser realizados sob o desenho da lâmpada. O mago pode 
necessitar de vários atos suplementares de invocação, encantamento, adivinhação 
e mesmo evocação para complementar o trabalho de iluminação. Não é incomum que 
o mago, destrua e reconstrua a lâmpada durante o trabalho de iluminação. 

6a a 10a CONJURAÇÕES NÍVEL DE MÁGICO KÁRMICA:
Magia Xamânica depende do uso de estados alterados de consciência na qual 
visualização ativa e visão passiva, podem mais facilmente ocorrer. 
O estado alterado que é mais seguro e fácil de acessar são os de sonolência, 
sonhos e transes de iluminação são obtidos através de meditação passiva. 
Contudo, qualquer método de gnose pode ser usado de acordo com o gosto, 
mas nos exercícios iniciais e preferível evitar certas práticas perigosas 
e extáticas as quais podem levar a perda de controle. Em geral, é 
preferível tentar se aprofundar no transe por concentração na visualização 
e visão do que se profundar em gnose extrema. Na magia Xamânica, o mago 
busca descobrir e estabelecer conecções entre imaginação mental e 
fenômenos no mundo. Visões freqüentemente ocorrem em linguagem simbólica, 
por exemplo, doenças tomam a aparência de insetos ou animais repugnantes e 
medos ou desejos podem aparecer como espíritos. O mago ou Xamã deveria lidar 
com tais coisas com interpretações individuais, banindo ou invocando tais 
formas, pela visualização forçada e interpretando seus significados físicos 
quando necessário. Magia Xamânica tende a tornar-se um exercício muito 
idiossincrático e livre de forma, no qual o mago também explora suas 
faculdades de síntese simbólicas. 

6a CONJURAÇÃO EVOCAÇÃO XAMÂNICA:
Neste trabalho, você como mago, esforça-se para estabelecer a visão de uma 
entidade, que cumprirá suas ordens. É, freqüentemente útil trabalhar com as 
formas visualizadas de entidades usadas para a feitiçaria de evocação, 
embora outras formas possam ser escolhidas. Em geral, entidades são usadas 
para encorajar eventos desejados a se materializarem ou em situações muito 
complexas para a formulação de simples encantamentos ou adivinhações. 
Entidades atuam como encantamentos semi-inteligentes, com um limitado grau 
de ação independente. Você procura construir um receptáculo crescente de 
energia, através da imaginação, até elas comessem a ter existência no mundo real. 
Alguns dos melhores trabalhos com entidades podem, freqüentemente ser melhor 
alcançadas pela intervenção com temas de sonhos. 

7a CONJURAÇÃO ADIVINHAÇÃO XAMÂNICA: 
Na magia Xamânica adivinhação consiste na busca de visões que respondam 
questões objetivas. Contudo, o termo tradicional "busca da visão" deveria 
ser intendido com incluindo a busca para uma resposta sentida de qualquer 
forma, seja através de vozes alucinatórias, sensação tátil ou o que quer 
que seja. Em geral, o mago concentra-se na questão desejada, quando entra 
seu estado de sonho, meio dormindo ou transe, permite um fluxo de imagens, 
vozes ou outras sensações crescentes em si mesmo. Uma completa forma de 
visão pode ser conseguida e depois interpretada, ou o mago pode atentar 
para estruturas a procura de símbolos especiais, preferencialmente, 
aqueles escolhidos para o trabalho de feitiçaria divinatória. 

8a CONJURAÇÃO ENCANTAMENTO XAMÂNICO: 
No encantamento Xamânico, você procura lançar seu desejo por uma visualização 
direta ou simbólica. Assim, enquanto na sua forma escolhida de transe, você 
convoca uma imagem do fenômeno, alvo e visualiza seu desejo acontecendo. 
Como um mago, você descobrirá que é, freqüentemente útil, visualizar-se, 
viajando em espírito em direção à pessoa ou situação que você deseja influenciar. 
Você, então, visualiza uma ordem mudando aquela situação ou comportamento da 
pessoa em questão para que o seu desejo se realize. Não é incomum a visualização 
tornar-se simbólica, distorcida ou colorida por sua imaginação. Em geral, 
essas distrações deveriam ser banidas por grande concentração na visualização 
desejada. Entretanto, se elas são persistentes, elas podem revelar algum 
conhecimento sobre o alvo ou seu relacionamento com ele; que pode ser 
usado para desenvolver o encantamento. Por exemplo, se a pessoa alvo 
repetidamente aparece tendo algum tipo de forma animal na visão, é 
freqüentemente melhor, trabalhar sua visualização diretamente sobre isto; 
simplesmente, se a situação alvo parece ter algum tipo de vibração 
característica ou "sentimento" sobre a visão do espírito. Então, você, 
freqüentemente, terá sucesso trabalhando magicamente com uma visualização 
disto, ao invés, da imagem real da situação.

9a CONJURAÇÃO INVOCAÇÃO XAMÂNICA: 
Na invocação Xamânica, o mago obtém conhecimento e poder de registros atávicos, 
normalmente animais. Um grande número de explicações existem do porque tais 
experiências são possíveis. O código genético humano aparentemente contém 
uma imensa soma de informação não usadas. Muitas destas podem estar 
relacionadas com a história evolutiva. O cérebro humano foi desenvolvido 
por um processo de adição, ao invés de modificação completa. As partes 
mais velhas do cérebro contém circuitos idênticos aos de outros animais. 
Alguns magos consideram que a psique humana é construída das ruínas 
psique de muitos seres passados incluindo animais tal qual o corpo físico. 
Outros, consideram que o inconsciente coletivo de várias espécies animais 
estão disponíveis telepaticamente. Para realizar invocação Xamânica, 
o mago esforça-se por atingir algum tipo de possessão por um atavismo animal. 
A seleção de uma forma animal particular é uma matéria muito pessoal. 
Pode ser que o mago tenha alguma afinidade com um animal em particular 
desde a infância, ou tenha alguma característica mental ou física, 
que sugira um animal ou pode ser uma intuição revelada repentinamente. 
Para desenvolver a invocação, o mago, deveria tentar visualizar-se na forma animal, 
durante o transe precisamente para projetar-se na viajem astral como um animal. 
É freqüentemente útil, imitar fisicamente o comportamento do animal num 
ambiente próprio. Com práticas variadas, graus de divisão da consciência, podem 
ser alcançados a ponto de ser possível interrogar seu atavismo sobre matérias 
que ele entenda e pedir a ele lhe forneça poderes. 

10a CONJURAÇÃO ILUMINAÇÃO XAMÂNICA: 
A assim chamada jornada médica da iluminação Xamânica é uma procura por 
auto-conhecimento, auto-revelação ou auto-desenvolvimento. Pode tomar muitas 
formas. Tradicionalmente, ela, toma a forma de uma experiência de morte ou 
renascimento, no qual o mago visualiza sua própria morte e o desmembramento 
de seu corpo, seguido pela reconstrução em um renascimento. Algumas vezes, 
esse processo é acompanhado por privações físicas, tais como, não dormir, 
jejum e dor para aprofundar o transe. Outro método é conduzir uma série de 
jornadas visionárias, acrescentando os, assim chamados "espíritos" da natureza, 
animais, plantas e pedras, e pedindo a eles para concederem conhecimento. 
O método mais simples de todos é retirar-se por alguns dias para um lugar 
selvagem e afastado, longe das habitações humanas e lá, conduzir, uma 
completa revisão de sua vida até aquele ponto e, também, de suas expectativas futuras. 

11a a 15a CONJURAÇÕES RITUAL MÁGICO:
No ritual mágico, o uso físico de instrumentos mágicos é combinado com 
estados alterados de consciência numa série de cerimônias. 
O mago, também começa a incorporar certas teorias mágicas dentro do 
projeto de seu trabalho para fazê-lo mais preciso e efetivo.
Em particular, você deveria buscar ampliar o uso de transe através 
de várias técnicas de gnose. Isto, tem o efeito de trazer à tona, 
as partes inconscientes da mente, que realmente fazem a magia. 
No ritual mágico, são utilizados vários sistemas de correspondência 
simbólica, pensamento analógico e sigilos. Eles são usados para se 
comunicar com o inconsciente e para ocupar a mente consciente, enquanto 
magia está sendo feita. O ritual mágico é sempre estruturado como uma 
aproximação indireta do desejo no nível consciente. O ritual mágico 
nunca trabalha com uma representação direta ou visualização do que se quer, 
mas sim com algum sigilo, que em gnose estimula o real desejo no inconsciente. 

11a CONJURAÇÃO RITUAL DE EVOCAÇÃO 
Para ritual de evocação, magos podem escolher continuar usando as formas de 
entidades desenvolvidas nos níveis de feitiçaria ou Xamânicos, ou podem 
desejar experimentar com formas tradicionais de espíritos clássicos de Grimoires. 
Alternativamente, eles podem tentar construir suas próprias formas de entidade. 
Segundo a Tradição um mago não deveria buscar manter mais que quatro 
entidades ao mesmo tempo, e na prática, isso parece uma boa regra. 
No ritual de evocação, a base material é sempre usada no mesmo nível 
se esta é meramente um sigilo gráfico no papel. Nas evocações iniciais, 
o mago constroe uma forte imagem visual da entidade usando gnose. 
Nas evocações subsequentes, o mago endereça vários comandos e direções 
para a base material da entidade ou busca receber informações dela. 
A base material deveria ser manejada ritualisticamente, no estado de gnose, 
sempre que possível. Quando não em uso, ela deveria estar escondida. 

12a CONJURAÇÃO RITUAL DIVINATÓRIO 
No ritual divinatório, algum tipo de instrumento físico é 
manipulado para dar uma resposta simbólica ou analógica 
enquanto no estado de gnose. Estados profundos de gnose tendem a impedir 
o uso de instrumentos divinatórios complexos, tal como a Cabala ou o I CHING, 
para muitas pessoas. Outros podem achar que sistemas muito simples, 
tais como lançamento de ossos tendem a conceder muito poucas informação 
para esse tipo de trabalho, enquanto sistemas de complexidade intermediária 
como as Runas, Tarô ou geomancia ocidental são, freqüentemente mais 
proveitosos. Antes da adivinhação o mago deveria carregar, ritualmente, o 
instrumento divinatório com um sigilo ou representação analógica da questão. 
A sessão divinatória é então realizada sob gnose. A interpretação pode ser 
feita sob gnose também, ou retornando à consciência ordinária. 

13a CONJURAÇÃO RITUAL DE ENCANTAMENTO
Para rituais de encantamento, o mago pode escolher usar o instrumento 
específico de encantamento do nível de feitiçaria, a menos que esteja 
particularmente inspirado para criar um instrumento melhor. 
O instrumento de encantamento ou "arma mágica" é usado para traçar 
sigilos no ar e também quando possível na manufatura e manipulação de 
vários encantamentos. Todo ritual de encantamento depende do uso de 
algum tipo de encantamento para ocupar e baipassar a mente consciente 
trazendo o poder do inconsciente para as ações. Um encanto pode 
consistir de virtualmente qualquer coisa da manufatura e consagração 
de um sigilo, até a manipulação de imagens de barro. Em todos os 
casos, o mago precisa usar de gnose e concentração durante o encantamento. 

14a CONJURAÇÃO RITUAL DE INVOCAÇÃO
No ritual de invocação, o mago, busca saturar seus sentidos com 
experiências que correspondam ou simbolizam alguma qualidade particular 
que se deseja invocar. Assim, pode-se adornar o templo e a si mesmo com 
cores, aromas, símbolos, números, pedras, plantas, metais e sons 
correspondendo aquilo que é invocado. Também pode-se adotar seu 
comportamento, pensamento e visualizações, enquanto em gnose, esforçando-se 
para ser possuído pelo que é invocado. Na prática, as formas clássicas de 
deus são, freqüentemente, usadas, já que o panteão pagão oferece um espectro 
de qualidades resumidas de toda a psicologia. Não se deveria exclusivamente 
invocar qualidades, pelas quais se tem uma simpatia pessoal. 
Qualquer invocação bem sucedida, particularmente, deveria ser seguida 
por uma invocação de qualidades completamente diferentes, algum tempo depois. 
Um programa meticuloso de ritual de invocação deveria compilar sucesso 
com, pelo menos, cinco invocações completamente diferentes. 

15a CONJURAÇÃO RITUAL DE ILUMINAÇÃO
Num ritual de iluminação, como o mago, aplica vários atos ritualísticos 
de adivinhação, encantamento, evocação e invocação consigo mesmo, para 
seu desenvolvimento. Como com todos os atos de iluminação, as mudanças 
pretendidas deveriam ser específicas, ao invés de vagas e gerais. Você 
pode achar isso útil para preparar uma "lâmpada" mais elaborada, talvez, 
na forma de uma mandala representando seu Eu ou sua alma, para esta 
conjuração. Um efeito do ritual de iluminação é, freqüentemente, 
forçar o mago a escolher entre Ataman e Anatta. Se você trabalha 
dentro do paradigma de Anatta, a hipótese de não-alma, então, 
iluminação é uma maneira de adicionar ou de deletar certos modelos 
de pensamento e comportamento. Se o mago trabalha dentro do paradigma 
de Atman, a doutrina da alma pessoal ou Sagrado Anjo Guardião, então, 
ele encara a mais complexa, perigosa e confusa situação. Se a alma 
pessoal presumidamente existe, mas sem uma verdadeira vontade, então, 
o Ataman do mago, pode proceder como se ele fosse um Anatta. 
Se a verdadeira vontade presumidamente existe, então a conjuração precisa 
ser direcionada, através de sua descoberta e implementação. Eu tenho 
evitado trilhar esse caminho, mas tenho observado o processo seguir 
espetacularmente forte em inúmeros casos. Aqueles que desejam tentar 
isto, é aconselhável evitar aceitar, como verdadeira vontade, qualquer 
coisa que conflita radicalmente com senso comum ordinário ou "desejo amado", 
como se chama neste paradigma. 

16a a 20a CONJURAÇÕES MAGIA ASTRAL
Magia astral é o ritual mágico realizado, inteiramente no plano de visualização 
e imaginação. Diferente da magia Xamânica, onde há o uso de forma livre de 
imagens e visões, esta magia requer a visualização precisa e aguçada de 
uma paisagem interna. Nesta paisagem, se passa o processo de trazer 
conhecimento do mundo ordinário ou mudar o mundo ou a si mesmo. 
Magia astral é conseguida com muito mais preparação e esforço do 
que é colocado no ritual mágico ou, de outra forma, ela pode tender 
a se tornar uma série de excursões através de imaginação, com pequeno 
efeito mágico. Corretamente feita, ela pode ser fonte de extraordinário 
poder, e ela tem a vantagem de não requerer equipamento físico. 
Magia astral é, usualmente, iniciada em algum lugar, quieto e 
afastado, enquanto o mago está confortavelmente sentado ou deitado 
com os olhos fechados. Podem existir poucos sinais como uma variação 
na respiração ou postura ou expressão facial, quando o mago entra 
em gnose. Para preparar a magia astral, um templo ou vários templos 
tem de ser erguidos no plano da imaginação; tais templos podem tomar 
qualquer forma conveniente, embora, alguns magos prefiram trabalhar 
com um exato simulacro do templo físico. O templo astral é visualizado 
em refinados detalhes e deveria conter todo o equipamento requerido 
para o ritual, ou, pelo menos, armários onde quaisquer instrumentos 
requeridos possam ser encontrados. Qualquer objeto visualizado dentro 
do templo deveria, sempre, permanecer lá, para subsequente inspeção, 
a menos que, especificamente, dissolvido ou removido. O objeto mais 
importante no templo, é a sua própria imagem trabalhando lá. 
No início pode parecer que está se manipulando um fantoche, mas com 
persistência isto abrirá caminho para sedimentar sua existência neste plano. 
Antes de começar a magia astral propriamente, o templos e os instrumentos, 
junto com uma imagem do mago movendo-se nele, deveria ser construído por uma
 série de repetidas visualizações, até os detalhes serem perfeitos. Apenas 
quando isso estiver completo, o mago pode começar a usar o templo. Cada 
conjuração que é feita deve ser planejada, com a mesma atenção aos
detalhes dada a um ritual mágico. Os vários atos de evocação, 
adivinhação, encantamento, invocação e iluminação astral tomam uma forma 
geral similar aos atos do ritual mágico, o qual o mago adapta para o trabalho astral. 

21a a 25a CONJURAÇÕES:
ALTA MAGIA Todas as técnicas de magia são somente muitos modos de ativar 
algumas partes indefinidas de nós mesmos. O universo é, basicamente, uma 
estrutura mágica e nós somos todos capazes de magia. As teorias realmente 
úteis de magia tendem a trabalhar muito erradamente, e porque nós temos uma 
enorme inibições de acreditar e faze-la funcionar. É como se o universo 
tivesse lançado um encantamento sobre nós para convencer-nos que nós não somos magos. 
Contudo, este encantamento é mais uma brincadeira. O universo desafia-nos 
a despedaçar a ilusão através de umas poucas rachaduras. Nenhum detalhe é 
apresentado para as cinco conjurações de alta magia, nem pode; deve-se 
voltar às observações feitas na introdução desse capítulo. Os magos 
precisam confiar nos seus trabalhos de feitiçaria, xamanismo, ritual e 
magia astral para carregá-los dentro dos domínios da alta magia, onde eles 
desenvolvem suas próprias ordens e técnicas no vazio controlado, para, 
espontaneamente, liberarem a criatividade caótica no espaço. 

KAOS KERAUNOS KYBERNETOS




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