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Como Fazer a Própria Sorte
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Por: Max Aitken, Lorde Beaverbrook


Há uma atitude contra a qual procuro alertar o jovem que quer sair se bem na vida. Poderia ser resumida na frase: "Confiar na sorte."

Nenhuma atitude pode ser mais hostil ao sucesso e não existe frase mais tola que esta.

Considero a uma frase tola porque, em um universo governado pela lei de causa e efeito, estritamente falando, não pode existir algo como sorte. Há muita coisa contida no dito: "Não é por acaso que as tortas da Sra. Harris sempre são excelentes." Em outras palavras, a Sra. Harris era uma ótima cozinheira.
O mesmo acontece com o homem “de sorte” . É justo supor que ele seja um individuo que é sempre industrioso e capaz.

O que realmente queremos dar a entender ao dizermos "Confiar na sorte" é "Confiar em circunstâncias que estão além de nosso controle". Entretanto, havendo qualquer possibilidade de controlar tais fatores, sem dúvida seria tolice deixar de controlá los.

À medida que passam os anos, aumenta minha relutância em acreditar em qualquer espécie de sorte. Escrevi certa vez que "Tem mais sorte aquele que já nasce herdeiro de meio milhão de dólares do que quem nasce em uma favela". Não obstante, até isto deixou de ser verdadeiro para mim. Nascer na pobreza pode tornar se um incentivo, enquanto nascer na riqueza talvez conduza à ruína.
Se um desastre destruísse a fortuna de um homem, algo que ele construiu após muitos anos de trabalho, naturalmente pensariamos que tal indivíduo foi vítima de uma sorte ingrata. No entanto, o desastre talvez tenha sido causado por fatores que ele deixou de controlar por negligência. Pode ser ainda que esse desastre fosse uma bênção dissimulada, forçando o a exercitar os músculos intelectuais, prejudicados pela atrofia, ou a reforçar o caráter, enfraquecido em algum ponto até então insuspeitado.

Desta forma, não dogmatizo sobre a existência da sorte, exceto para dizer isto: não confiem nela!

A idéia de que alguns nascem com sorte e outros sem ela, da mesma forma como alguns nascem para ser altos e outros para ser baixos, é apenas disparatada.
A maioria da "boa sorte" pode ser explicada pela diligência e bom senso; a maior parte da "má sorte" tem sua explicação na falta destas qualidades.

O credo do jogador foi definido como uma crença nas imaginadas tendências da chance em produzir eventos continuamente favoráveis ou desfavoráveis. Viver neste tipo de ambiente mental é viver em um pesadelo. Ele parece levar certas pessoas até a quase insanidade. Elas vivem consultando oráculos de um tipo ou de outro, quando não executam atos compulsivos, em incessantes esforços para propiciar a fortuna.

Acontece que a Fortuna não pode ser bajulada por semelhante adoração fetichista. Pode apenas ser atraída e conquistada pelo trabalho árduo.

A lei de certos jogos de azar é inexorável. É inevitável, por exemplo, em jogos de cartas como a canastra ou a cribbage, que alongo prazo um jogador experiente derrote um com menos experiência. Assim também acontece no grande jogo da vida. O vitorioso será aquele que, graças ao total de suas qualidades, merece ser vencedor. Quem fracassa é porque mereceu fracassar, e nada mais que isto: ele confiou na sorte, quando deveria ter confiado em si mesmo.

É possível que a maior parte das pessoas tenha algo de jogador. Não obstante, só alcançamos o verdadeiro sucesso quando levamos a melhor sobre esse diabinho ou demónio. Nos negócios, o jogador está vencido, antes mesmo de começar a jogar.

Consideremos o jovem que aposta tudo, na esperança de que alguma chave mágica para o sucesso lhe seja oferecida em uma bandeja de ouro. Sua situação é patética. Ele recusa consistentemente boas ofertas ou mesmo boas chances de trabalho, apenas porque não as considera à sua altura. Assim, espera que a Sorte lhe apresente, de modo inesperado, uma posição já estabelecida ou uma possibilidade excepcional, convenientes à alta opinião que tem sobre a própria capacidade. Após algum tempo, os outros se cansam e deixam de fazer lhe qualquer tipo de oferta.

Ao cortejar a Sorte; este jovem negligenciou a Oportunidade.

Homens assim, quando chegam à idade madura, encaixam se em uma classe bem conhecida. Podem ser vistos espreitando companheiros mais diligentes e mais bem sucedidos, a fim de contar lhes uma história do infortúnio que os perseguiu durante a vida, impedindo que colhessem o que deveria ser seu. Tais indivíduos desenvolvem a terrível enfermidade conhecida como "o talento dos que não tentaram'.

Muito diversa é a atitude do homem que realmente pretende ser bem sucedido.
Esse homem expulsará a idéia de sorte de sua mente. Aproveitará toda e cada oportunidade, por menor que ela possa parecer, mas que seja capaz de conduzi lo à possibilidade de coisas maiores. Ele não ficará à espera de que o fantástico conceito denominado Sorte o impulsione em sua carreira, com toda pompa e magnificência. Tal indivíduo fabricará a própria oportunidade, cujas chances serão desenvolvidas por sua diligência. E possível que erre aqui e ali, devido à falta de experiência e de bom senso. No entanto, através das próprias derrotas, aprenderá a melhorar no futuro e, quando na maturidade de seu conhecimento, alcançará o sucesso.

Pelo menos, ninguém o encontrará sentado e lamentando a sorte que lhe foi contrária.

Falta ainda ser ponderado um argumento mais sutil, em favor da crença na sorte. Acontece que certos homens são dotados de uma espécie de sexto sentido, de maneira que sabem, pelo instinto, que empreendimento poderá ser vitorioso ou fracassar, se o mercado subirá ou cairá. Supõe se que esses homens trilhem o caminho do sucesso graças ao que poderia ser chamado como uma série de "intuições".

Não dê crédito a nenhuma dessas asneiras místicas.

A verdadeira explicação é bem diferente.

Homens de prestígio, que permanecem em íntimo contato com as grandes questões políticas ou financeiras, freqüentemente agem em decorrência do que pareceria ser o instinto. A verdade, no entanto; é que eles absorveram, através de um cauteloso e continuo estudo de eventos, tal dose de conhecimento que dão a impressão de chegar a uma conclusão "sem parar para pensar", da mesma forma como o coração pulsa sem qualquer estímulo consciente do cérebro. Se alguém lhes perguntar quais foram os motivos de suas decisões, responderão que foi "apenas um palpite". No entanto, a mente consciente desses homens não leva em consideração a longamente acumulada experiência que jaz sob o nível de seu pensamento consciente.

Quando eles se revelam acertados em suas previsões, o mundo exclama: "Que sorte!" Seria melhor se o mundo exclamasse: "Que bom senso! Que incrível experiência possuem!"

O especulador "com sorte" é um tipo de pessoa muito diferente. Ele executa um ou dois golpes brilhantes e então desaparece, em algum desastre avassalador. É tão rápido em fazer fortuna como em perdê-la.

Nada, exceto o Bom Senso e a Diligência, respaldados pela Saúde, garantirá um sucesso verdadeiro e permanente. O resto é mera superstição.

É natural que os jovens tenham esperança, mas se esta passa a ser uma crença na sorte, então torna-se prejudicial e debilitante.

Hoje em dia, a juventude tem uma esplêndida oportunidade pela frente, mas deve ser sempre lembrado que nada mais conta além do trabalho e do cérebro. E um homem pode desenvolver seu poder cerebral.
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Extraído do Livro:
As Três Chaves do Sucesso
Por: Max Aitken, Lorde Beaverbrook
Editora Record - 1954
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